domingo, 8 de julho de 2007

Gasolina, o bárbaro da Boca e o desencanto de Iberê

Pois é, o Esporte Clube Pelotas, contra o 14 de julho, domingo à tarde na Boca, demonstrou, salvo algumas exceções, seu já sabido espírito guerreiro. 4 a 1 ao natural. Rodrigo Gasolina (ou não seria Conan, o Bárbaro?) reprisou seu excelente futebol, fazendo jogadas de estilo, e também, se necessário fosse, endereçava bola à arquibancada. Parece que o time inteiro, salvo ocasionais falhas de jogo, imbuiu-se deste espírito, levando o Lobão ao tão sonhado octogonal, porta de acesso à divisão de elite do futebol gaúcho.
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Gasolina estava tão ligado na partida que, ainda no primeiro tempo, andou se entranhando com Goiano. O que houve, realmente, não sabemos. O que ninguém pode negar é a vontade de Gasolina (ou seria outro combustível a correr em suas veias?) e, obviamente, nas artérias de seus companheiros, de fazer um jogo competente para vencer o limitado 14, que, se realmente foi visitado pelo homem da mala preta durante a semana, frustrou-lhe a expectativa, apresentando à torcida presente à Boca um futebol pobre, absolutamente melancólico.
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Decididamente era à tarde de Gasolina, que fez o seu merecido gol. E de cabeça, com estilo e elegância, correndo em direção à torcida. Abria-se, pois, a porteira para o quarto gol, tranqüilizando de vez os torcedores, que ao longo desta fase que se encerra andaram meio que desconfiados do time. Que venha o octogonal, pois a sorte esta ao nosso lado. Quem duvida? Eu não duvidaria, pois até o atacante Iberê fez seu gol. Acreditem, ele fez... De pênalti, mas fez!

Manoel Soares Magalhães.

Um comentário:

Anônimo disse...

O Gasolina jogou muito!!
Agora ninguém mais nos segura!!
RUMO A PRIMEIRA!!!